Brasil abril 2, 2025 No Comment 78 Motociata dos Entregadores pressiona iFood em São Paulo Redação março 22, 2023 Motociata dos entregadores em São Paulo movimentou a cidade com cerca de dois mil trabalhadores reivindicando reajuste na taxa mínima de entrega. A concentração partiu da av. Paulista até a sede do iFood, em Osasco. Além disso, o ato fez parte do Breque Nacional de 48h, que se espalhou por cerca de 60 cidades. Os entregadores exigem aumento da taxa mínima por entrega de R$ 6,50 para R$ 10, entre outras melhorias. Índice: Toggle Reivindicações dos entregadores por taxa mínima mais justaMobilização intensa na capital e região metropolitanaReações diante da postura do iFoodGreve dos entregadores em São Paulo: mais que um protestoPrecarização dos entregadores de app: onde isso vai parar?Entregadores exigem valorização profissional📌 Linha do tempo da mobilização⚙️ Dicas para quem atua como entregador de app💡 Expansão de consciência: a luta vai além da taxa mínimaPerguntas frequentes sobre a greve dos entregadores em São PauloQual foi o principal motivo da greve dos entregadores?Quantas pessoas participaram da motociata em São Paulo?O iFood atendeu alguma das demandas apresentadas? Reivindicações dos entregadores por taxa mínima mais justa O centro das reivindicações é o aumento da taxa mínima por entrega, considerada insuficiente pelos profissionais. A proposta apresentada pelos trabalhadores é o reajuste para R$ 10 por corrida individual. Outros pontos levantados incluem: pagamento de R$ 2,50 por quilômetro rodado, raio de 3 km para bikes e pagamento integral mesmo em entregas agrupadas. São demandas básicas para garantir dignidade. “Sem nós, não tem iFood, não tem aplicativo nenhum” — Jr. Freitas, fundador da Anea. Mobilização intensa na capital e região metropolitana Os trabalhadores se organizaram em motociata até Osasco. Após a negativa do iFood, dividiram-se em zonas para brecar entregas nos principais shoppings da capital, reforçando a força do movimento. Esse protesto ganhou destaque por sua organização e união. Eles anunciaram paralisação do jantar de segunda até a noite de terça-feira. A movimentação contou com buzinaços, faixas e apoio popular. Reajuste da taxa mínima para R$10 por entrega R$2,50 por quilômetro rodado Limite de 3km para entregas de bicicleta Pagamento total mesmo com entregas agrupadas Reações diante da postura do iFood Mesmo após reunião com nove entregadores, o iFood se recusou a aceitar as condições solicitadas. A reunião não pôde ser registrada, o que aumentou o sentimento de frustração entre os presentes. Parte dos manifestantes defendia transparência total com transmissão ao vivo. No entanto, a empresa e a PM não autorizaram. Ainda assim, os entregadores decidiram permanecer para expor seus pontos. “Fizeram a gente de trouxa, responderam porra nenhuma” — líder no carro de som. Greve dos entregadores em São Paulo: mais que um protesto A greve dos entregadores em São Paulo mostra uma profunda insatisfação. Não se trata apenas de valores, mas de condições de trabalho precárias e falta de reconhecimento pela importância da profissão. Jovens como André S., de 19 anos, relatam riscos diários em troco de uma taxa mínima. A cada entrega, a exposição a acidentes e a desrespeito é constante. Eles pedem apenas o básico: respeito e remuneração justa. Precarização dos entregadores de app: onde isso vai parar? Em 2024, a capital paulista registrou 483 mortes de motociclistas, aumento de 20% em relação ao ano anterior. Muitos eram entregadores. A pressa imposta pelas plataformas contribui diretamente para esses dados alarmantes. Com remuneração insuficiente, os profissionais precisam correr contra o tempo, trabalhar mais de 12h por dia e ainda lidar com o estresse das ruas. Isso tudo para ganhar o mínimo do mínimo, segundo os relatos. Entregadores exigem valorização profissional Os relatos de quem atua diariamente nas ruas apontam para um mesmo ponto: desvalorização. Alexandre dos Santos, entregador há sete anos, destaca que os custos sobem, mas os ganhos não acompanham. Para ele, não é apenas por dinheiro. É por respeito, por condições dignas, por humanidade. Os trabalhadores querem ser tratados como parte essencial do sistema, e não como peças descartáveis de um algoritmo. 📌 Linha do tempo da mobilização 📅 Segunda-feira, 31: Início da motociata na av. Paulista e ida até Osasco 🏢 Reunião tensa com o iFood, sem respostas claras às pautas 🛵 Divisão por zonas e bloqueios nos shoppings da capital ⚙️ Dicas para quem atua como entregador de app Organize-se em grupos para fortalecer a categoria Documente tudo: trajetos, ocorrências e provas em caso de disputa Use apps que oferecem melhores taxas e condições Evite corridas que não compensam financeiramente Cuide da sua saúde mental e física com pausas regulares 💡 Expansão de consciência: a luta vai além da taxa mínima Essa paralisação joga luz sobre um problema estrutural. A precarização dos entregadores reflete uma lógica de exploração presente em muitos setores. A tecnologia avança, mas os direitos dos trabalhadores retrocedem. Portanto, não se trata apenas de uma greve. É um chamado para repensar a forma como tratamos quem mantém nosso cotidiano funcionando. Enquanto houver silêncio das plataformas, o barulho das ruas continuará ecoando. 📢 Perguntas frequentes sobre a greve dos entregadores em São Paulo Qual foi o principal motivo da greve dos entregadores? O reajuste da taxa mínima de entrega de R$6,50 para R$10 foi o foco central da mobilização. Quantas pessoas participaram da motociata em São Paulo? Cerca de dois mil entregadores participaram da mobilização na capital paulista e seguiram até Osasco. O iFood atendeu alguma das demandas apresentadas? Não. Durante a reunião, o iFood ouviu os representantes, mas não apresentou respostas positivas às exigências. Fonte: Brasil de Fato Tags entregadores de aplicativo greve iFood motociata dos entregadores protesto motoboys SP taxa mínima entrega
Motociata dos entregadores em São Paulo movimentou a cidade com cerca de dois mil trabalhadores reivindicando reajuste na taxa mínima de entrega. A concentração partiu da av. Paulista até a sede do iFood, em Osasco. Além disso, o ato fez parte do Breque Nacional de 48h, que se espalhou por cerca de 60 cidades. Os entregadores exigem aumento da taxa mínima por entrega de R$ 6,50 para R$ 10, entre outras melhorias. Índice: Toggle Reivindicações dos entregadores por taxa mínima mais justaMobilização intensa na capital e região metropolitanaReações diante da postura do iFoodGreve dos entregadores em São Paulo: mais que um protestoPrecarização dos entregadores de app: onde isso vai parar?Entregadores exigem valorização profissional📌 Linha do tempo da mobilização⚙️ Dicas para quem atua como entregador de app💡 Expansão de consciência: a luta vai além da taxa mínimaPerguntas frequentes sobre a greve dos entregadores em São PauloQual foi o principal motivo da greve dos entregadores?Quantas pessoas participaram da motociata em São Paulo?O iFood atendeu alguma das demandas apresentadas? Reivindicações dos entregadores por taxa mínima mais justa O centro das reivindicações é o aumento da taxa mínima por entrega, considerada insuficiente pelos profissionais. A proposta apresentada pelos trabalhadores é o reajuste para R$ 10 por corrida individual. Outros pontos levantados incluem: pagamento de R$ 2,50 por quilômetro rodado, raio de 3 km para bikes e pagamento integral mesmo em entregas agrupadas. São demandas básicas para garantir dignidade. “Sem nós, não tem iFood, não tem aplicativo nenhum” — Jr. Freitas, fundador da Anea. Mobilização intensa na capital e região metropolitana Os trabalhadores se organizaram em motociata até Osasco. Após a negativa do iFood, dividiram-se em zonas para brecar entregas nos principais shoppings da capital, reforçando a força do movimento. Esse protesto ganhou destaque por sua organização e união. Eles anunciaram paralisação do jantar de segunda até a noite de terça-feira. A movimentação contou com buzinaços, faixas e apoio popular. Reajuste da taxa mínima para R$10 por entrega R$2,50 por quilômetro rodado Limite de 3km para entregas de bicicleta Pagamento total mesmo com entregas agrupadas Reações diante da postura do iFood Mesmo após reunião com nove entregadores, o iFood se recusou a aceitar as condições solicitadas. A reunião não pôde ser registrada, o que aumentou o sentimento de frustração entre os presentes. Parte dos manifestantes defendia transparência total com transmissão ao vivo. No entanto, a empresa e a PM não autorizaram. Ainda assim, os entregadores decidiram permanecer para expor seus pontos. “Fizeram a gente de trouxa, responderam porra nenhuma” — líder no carro de som. Greve dos entregadores em São Paulo: mais que um protesto A greve dos entregadores em São Paulo mostra uma profunda insatisfação. Não se trata apenas de valores, mas de condições de trabalho precárias e falta de reconhecimento pela importância da profissão. Jovens como André S., de 19 anos, relatam riscos diários em troco de uma taxa mínima. A cada entrega, a exposição a acidentes e a desrespeito é constante. Eles pedem apenas o básico: respeito e remuneração justa. Precarização dos entregadores de app: onde isso vai parar? Em 2024, a capital paulista registrou 483 mortes de motociclistas, aumento de 20% em relação ao ano anterior. Muitos eram entregadores. A pressa imposta pelas plataformas contribui diretamente para esses dados alarmantes. Com remuneração insuficiente, os profissionais precisam correr contra o tempo, trabalhar mais de 12h por dia e ainda lidar com o estresse das ruas. Isso tudo para ganhar o mínimo do mínimo, segundo os relatos. Entregadores exigem valorização profissional Os relatos de quem atua diariamente nas ruas apontam para um mesmo ponto: desvalorização. Alexandre dos Santos, entregador há sete anos, destaca que os custos sobem, mas os ganhos não acompanham. Para ele, não é apenas por dinheiro. É por respeito, por condições dignas, por humanidade. Os trabalhadores querem ser tratados como parte essencial do sistema, e não como peças descartáveis de um algoritmo. 📌 Linha do tempo da mobilização 📅 Segunda-feira, 31: Início da motociata na av. Paulista e ida até Osasco 🏢 Reunião tensa com o iFood, sem respostas claras às pautas 🛵 Divisão por zonas e bloqueios nos shoppings da capital ⚙️ Dicas para quem atua como entregador de app Organize-se em grupos para fortalecer a categoria Documente tudo: trajetos, ocorrências e provas em caso de disputa Use apps que oferecem melhores taxas e condições Evite corridas que não compensam financeiramente Cuide da sua saúde mental e física com pausas regulares 💡 Expansão de consciência: a luta vai além da taxa mínima Essa paralisação joga luz sobre um problema estrutural. A precarização dos entregadores reflete uma lógica de exploração presente em muitos setores. A tecnologia avança, mas os direitos dos trabalhadores retrocedem. Portanto, não se trata apenas de uma greve. É um chamado para repensar a forma como tratamos quem mantém nosso cotidiano funcionando. Enquanto houver silêncio das plataformas, o barulho das ruas continuará ecoando. 📢 Perguntas frequentes sobre a greve dos entregadores em São Paulo Qual foi o principal motivo da greve dos entregadores? O reajuste da taxa mínima de entrega de R$6,50 para R$10 foi o foco central da mobilização. Quantas pessoas participaram da motociata em São Paulo? Cerca de dois mil entregadores participaram da mobilização na capital paulista e seguiram até Osasco. O iFood atendeu alguma das demandas apresentadas? Não. Durante a reunião, o iFood ouviu os representantes, mas não apresentou respostas positivas às exigências. Fonte: Brasil de Fato